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Calendário Maia
A quebra da ordem natural, ocasionada pela adoção de um calendário que não respeita os ciclos naturais, lunares/solares - o calendário gregoriano de 12 meses - imposto pelo Papa Gregório XIII em 16 de outubro de 1582, trouxe, como conseqüência, a separação do homem da informação natural.. É urgente que a humanidade volte a conectar-se com o entorno natural. Todos os sistemas atuais para calcular o tempo, estão baseados na proporção 12:60 (um ano de 12 meses e uma hora de 60 minutos). Esta proporção foi tomada dos 360° do círculo e não da rotação da Terra ao redor do Sol, já que um ano terrestre é composto por 13 meses (ou luas) de 28 dias, que são os que se sucedem durante o ano solar. O calendário de 13 luas, baseado no calendário Maia, é composto por 13 meses (ou luas) de 28 dias, o que dá um total de 364 dias por ano, mais um "dia-fora- do-tempo". Conserva a semana de 7 dias, com um total de 52 semanas por ano. Este calendário, é um calendário biológico, sincronizado com o Sol e em ressonância com a biosfera. E o mais importante é que está em ressonância com a freqüência que unifica a ordem galáctica, a frequência da 4ª dimensão, que por sua vez, é a dimensão do tempo. O calendário de 13 luas é a medida da órbita da terra ao redor do sol. A órbita anual é medida de 26 de julho até o seguinte 25 de julho gregoriano e é chamada de um ano solar galáctico. Cada lua de 28 dias corresponde ao ciclo menstrual feminino de 28 dias. Cada lua são exatos 28 dias com 4 semanas de 7 dias. Cada lua começa no domingo e termina no sábado. Existem exatamente 52 semanas em cada ano, 13 luas x 28 dias = 364 dias, e a terra gira 365 dias inteiros em cada órbita, o 365º dia é sempre o "Dia-Fora-do- Tempo", não é um dia da semana, é uma oportunidade para experienciar total liberação do tempo. Um calendário é um instrumento que serve para medir o tempo. Para que um instrumento de medida seja válido cientificamente, suas unidades mínimas devem ser regulares. O calendário gregoriano tem suas unidades mínimas (meses) irregulares e isto implica em vivermos uma percepção distorcida do tempo. Mudança Evolutiva
Estamos no limiar de uma mudança evolutiva que englobaria a física avançada, estudos alquímicos e Ayahuasca/Santo Daime. Em consonância com as pesquisas em torno de um Cérebro Global conectando tudo, os insights mais penetrantes, unindo estudos de meditação, física quântica e circuitos mentais, visam fornecer uma visão de mundo que prepare o ser humano para mudanças evolutivas de percepção e existência. Os paralelos entre várias seitas secretas, os ensinamentos de autoconhecimento, a sincronicidade de Jung. A idéia da Rede ecoa a teoria de Fritjof Capra, para desvelar os sinais cada vez mais frequentes de que estaríamos à beira de uma intensa mudança evolutiva. Estamos no limiar da quinta dimensão pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o biorritmo da Terra. Da física quântica saltamos para os oito circuito mentais. O uso evolutivo dos dois hemisférios cerebrais, as transformações neuro-elétrica, neuro-genética e neuro-atômica, entre vários outros, permitiriam nossa subida às estrelas. O número de circuitos mentais, oito, teria uma estranha recorrência em várias doutrinas, como na pitagórica e sua Lei das Oitavas, nos 64(8x8) hexagramas do I-Ching, na cadeia de 64 codons de DNA, nos múltiplos de 8 da geometria sinérgico-energética. Essa constante referência à oitava foi aprofundada, conectando a númerica na cabala, no tarô e no zodíaco. Seu estudo comparado permitiria à ciência, encontrar um código que traduzisse símbolos tradicionais do ocultismo em categorias científicas e operacionais. O possível "despertar cósmico"(escathon) de 2012, como o ponto Ômega e sobretudo a ação transcendental abrindo para centros neurais superiores a informação quântica dentro do DNA, são todos pontos da teoria a que parecem essenciais para linkar a imensa rede. Seria o caso de pensar aqui em uma sincrônia com a Supermente ou Logos no pleroma intergaláctico. Filósofos alquímicos e Agentes de Inteligência aprenderam como acionar e sintonizar seus próprios sistemas nervosos e como converter, via RNA, com seu próprio DNA, decifrar a Pedra Rosetta genética e pegar conhecimento experiencial direto do processo evolucionário"." |
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